AGROECOLOGY, “THE GREEN REVOLUTION RELOADED”, A NOVA NOVELA NO PAGO

Sebastiao Pinheiro.

Réquiem por Andrés Carrasco perseguido pelo ministro da Ciência e Tecnologia da Argentina, espionado pelo State Department (weakleaks) à pedido de Monsanto o que me trouxe a lembrança outro cientista, médico e seu conterrâneo, que também denunciou a epidemia de suicídios na zona fumageira do Chaco após a introdução dos inseticidas fosforados, mas, depois se transformou em assessor em toxicologia das Corporações Internacionais de Agrotóxicos (GIFAP-ANDEF) e morreu fulminado por um enfarte dizem após assistir o filme DDA: DOSE DIÁRIA ACEITAVEL (Frederico Füllgraff) em 15/7/85 no Rio de Janeiro, sem ver o Ministro Roberto Rodrigues criar a Câmara Temática de Agrotóxicos e nomear, em 27/7/2004 Cristiano Walter Simon, presidente da ANDEF (GIFAP), seu presidente. Em 2009 nos tornamos o 1º consumidor, embora o destronado EUA tenha uma agricultura oito vezes maior que a nossa e logo será o terceiro e quarto consumidor respectivamente…

O artigo sobre agroecologia de um professor universitário explodiu com a “novidade”, cem mil dólares dos EUA por ano para uma ONG de meia dúzia de pessoas durante dez anos (um milhão)… Desde quando os “EUA dão dinheiro” sem perspectivas? Este fato trouxe a lembrança o Secretario de Educação da Pensilvânia Robert Budd Dwyer suicida diante das câmaras de TV em 22 de janeiro de 1987 metendo o cano de um Magnum 357 na boca… Quantas outras existem em substituição ao falido sistema de Extensão Rural (Warren Weaver) imposto pela F. Rockefeller. Em debate universitário em Yale, um membro da Skull & Bones afirmou que foi o ato político mais importante daquele republicano yankee; Sendo retrucado: Os serviços de inteligência buscam entre os órfãos de asilos seus quadros e assim consegue os melhores e mais honestos agentes (em referência a HASSAN IBN SABBAH, sábio persa fundador da Ordem dos Illuminati em 1090, para: Abolir as monarquias e governos; Eliminar o patriotismo e nacionalismo; Abolir a propriedade privada e suas relações; Eliminar a vida familiar e instituições de matrimônio estabelecendo a educação comunal para as crianças e eliminação da religião; E ADAM WEISHAUPT, jesuíta alemão estudioso dos Illuminati e refundador da ordem em 1771 para enfrentar à Reforma e seu sistema de educação, hoje seita secreta do Annuit Coeptis-Novus Ordo Seculorum.). Criar uma casta de elite servil por todo o mundo?

O referido professor universitário provocou celeuma entre os grandes dos movimentos sociais (atuais guardiões induzidos pelo poder, manipulando o governo e construindo feudos). À distância observamos as disputas mantendo identidade, autenticidade e originalidade. Continuamos lutando lembrando ter ido gratuitamente mais de uma dezena de vezes àquela ONG milionária sem cobrar sequer os gastos com táxi e sem culpa nessa promiscuidade. No artigo o neologismo “Agroecologia” é dissecado selvagemente, o que é utilíssimo a uma imensa gama de jovens universitários e líderes agricultores frente à “Annuit Coeptis – Novus Ordo Seclorum”, onde não se pode aprender para “Saber”, mas somente para o “Fazer”.

Eis a vaca sagrada de Illich conjugada com a periferia de Ruy Mauro Marinni, onde há a reciclagem das elites nacionais e o que mais abunda são manipulação, indução e condução. Como tal aprender “conhecimento” nem sempre está em sintonia e consonância com a sabedoria local, regional ou universal, o que cria o “fazer” inadequado às realidades, espaços e tempos de cada um e todos. Daí o surgimento de outro neologismo “subdesenvolvimento” exposto ao Sol em 20 de Janeiro de 1949 e transformado em programa de governo no Departamento de Estado no denominado Ponto 4. Afirmar em 1970 que a Revolução Verde era uma “modernização conservadora parecia significar arriscar a vida. Ledo engano ele era o interesse primordial na obtenção de subsídios baratos para aperfeiçoar o modelo entreguista a ser substituído. Havíamos lido outro artigo onde usou a expressão desrespeitosa “gurcas” para as senhoras do MMC em sua ação contra os eucaliptos da coroa britânica no RS, relevado, pois fascinados e subalternos desconhecem que muitos europeus têm mais de uma identidade quando tratam com estrangeiros e como tal não precisam esconder seus rostos (piratas, corsários, flimbustiers, traficantes etc.), o que não se passa entre nós. Na clandestinidade, como no dia a dia as “gurcas” dos meninos do massacre da Candelária ou da comandante Ramona do EZLN significam preservação e liberdade…

Na lembrança temos o antigo lutador em favor da Reforma Agrária que vimos enfrentar, quase às “vias de fato” o Secretario da Agricultura Sr. João Jardim, do governo Jair Soares, no “plenarinho” da Assembléia; Nem aquele que participou na caravana para a Encruzilhada Natalina para enfrentar o Cel. Curió que chegou para acabar com o nascente MST. Foi preciso um ônibus cheio de bispos para evitar um massacre, e já era 1984… Lembram que uma parte foi cooptada e assentada em Rio Verde na Bahia, quando outros já haviam ficado concentrados nos estábulos da Exposição de Esteio nos anos anteriores… Depois foi mais dramático quando a UDR/FARSUL fez um vídeo com o depoimento de um ambientalista (após um churrasco) usado contra a Reforma Agrária, recebemos um telefonema irado… Agora, fica a angústia, tristeza e lembrança mais sentimental pela senilidade.

A recente passagem de um daqueles (Dom Tomás Balduíno), que sentamos ao lado durante a viagem, suas palavras indeléveis e o, agora, posicionamento de uma menina sobre a Reforma Agrária para os jovens filhos dos assentados me emocionou na inauguração do curso de “Botânica Camponesa” no Assentamento “Filhos de Sepé”. Imagine botânica, a ciência mais prístina, elitista e estratégica receber o epíteto de camponesa e ser decodificada para mulheres assentadas. É como a “gurca” ou o “apelido” que disfarça a identidade do aluno de internato, presidiário ou protege o clandestino.

A sabedoria ensina que pessoas não mudam apenas se revelam: Um dia um cientista social trouxe um estudante argentino à Pró-Reitoria de Extensão para entrevista que resultaria em uma nova orientação de mestrado/doutorado, sobre a questão dos agrotóxicos e meio ambiente. Lemos a intenção de destituir um mito e rito empanando seu brilho e massageando o ego de um medíocre colaborador daquele (desculpe a leitura de um operador-favelado, infelizmente é minha identidade, autenticidade e originalidade). A universidade brasileira é um local muito estranho para quem é pobre, pois exige erudição e lapida essa erudição com conhecimento formando as castas superiores que dominam a sociedade. Totalidade das vezes o conhecimento externo é imposto sobre a sabedoria existente criando um “genocídio cultural” ou “aculturamento mercantil”.

Nossa formação é antagônica e baseada na “Reforma de Córdoba de 1918”, pelo que lemos seis vezes o artigo sobre agroecologia por respeito e deficiência. Há um pequeno deslize que necessita correção: Alejo Carpentier, cubano nascido na Suíça está confundido com Miguel Angel Astúrias, este sim “chapin” (guatemalteco), embora ambos professem o mesmo estilo, que Cortázar emula.

Lemos os dois posicionamentos públicos: – A do “Gogó”, meu amigo, a quem preso muito. É um ato de fé, pois ele é um profissional da Fé e atua na agricultura camponesa, mas não se preocupou em dissecar o documento, embora sobre capacidade para tal; – A do seu colega de Sociologia, com o amedrontador título de Ph. D tampouco rebateu o artigo, apenas contestou de forma agressiva o comportamento, a pessoa, o que perdoem fortalece os argumentos apresentados e transparece uma disputa de beleza e poder, comum entre a juventude egressa de escolas particulares que se apropriam dos diretórios de universidades públicas, com a mesma ética e moral.

A múltipla significação do neologismo agroecologia não amedronta, por nossa “formação reformista”, nem por encontrá-lo em documentos da (Fundação Rockfeller e órgãos oficiais e ONGs de educação (Emater), ciência, tecnologia na agricultura. Há 30 anos, a praticamos dia a dia pelo seu continente e conteúdo, sem nos importar as pretensões mercantis, políticas ou hegemônicas de qualquer lado pela trilogia identidade, autenticidade e originalidade. Nos cursos de pós-graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Rural a grande maioria dos professores é de agrônomos sociólogos e não há laboratórios de biotecnologia, pois ali se é obrigado a saber o fazer… Quem determina aquilo?

Há um contingente de jovens ansiosos e que não aprenderam a pensar antes de agir e foram ensinados a serem prepotentes e arrogantes como era antes da Reforma de Córdoba (que breve fará cem anos).

Edgard Morin diz: precisamos de Ciência com Consciência. Rodolfo Porley diz: “A nova ordem global cria uma casta de “sacerdotes do saber”. São “cientistas” dos bancos escolares, que negam aos não cientistas com diplomas similares o direito à capacidade de pensar, rebater, criticar as teorias, suas omissões e manipulações, aportar sugestões enfoques, dados, pistas e até verdadeiros descobrimentos extra-acadêmicos”. Governos & Corporações Transnacionais formam as catedrais de fé destes sacerdotes, para garantia, respaldo e defesa dogmática de interesses.

Para enfrentar isto é necessária, previamente, uma reforma do pensamento, que o habilite para o manejo da complexidade, superando o pensamento redutor, mutilador, isolante e abstrativo subvertendo aquele neologismo.

Desta forma a questão na agricultura (acompanhada do adjetivo que houver) passa ser uma questão política e não técnica, mas os cientistas periféricos não aceitam que outros se intrometam em seu universo de saber, embora saibam que seu saber é dependente das grandes corporações. Então o “analfabeto político” de Brecht se transforma em fascista social de Boaventura de Souza Santos e uma quimera periférica e caricata surge inanimada, contraria ao movimento.

Eles fazem suas carreiras, nos governos subalternos, sob o patrocínio das empresas que distribuem cartões corporativos de acordo a qualidade do serviço prestado, que mais ignorantes mostram aos alunos e colegas para justificar sua ascensão, (pois vivemos todos, hoje, igual a Abel Rosenberg na Berlim de 1923, no “O ovo da serpente” ou em “Persona”, Ingmar Bergman).

No artigo, o uso do neologismo AGROECOLOGIA foi ampla e exaustivamente abordado. Afoito, suspeitamos que atendesse ordem de direção de seu empregador; A releitura permitiu focar, não é “abre alas” aos Agronegócios, mas poderia ser do Council on Foreign Relations, através do pensamento Skull & Bones (Iluminatti), tão vigente nos EUA e Canadá através de indução e manipulação; Há também a desilusão e decepções político como motivo. Um milhão de dólares em uma década a uma ONG com meia dúzia para organizar partido, mas não para equacionar agricultura. É a disputa eleitoral em curso?

O termo agroecologia, contudo é muito mais antigo, remete às divisões de Fenologia dos ambientes de saber e burocracia agrária do Século XVIII e XIX e foi re-significado por Juan Papadakis na Argentina antes da Segunda Guerra Mundial, mas passou ao “arquivo morto” pela servidão à Revolução Verde, que iria nos tirar do subdesenvolvimento. No Brasil foi reapresentado por um cientista canadense no XII Congresso Brasileiro de Entomologia em Belo Horizonte de 22 a 27 de Janeiro de 1989 em um ambiente de vendedores de saber para corporações de venenos e operadores de tecnologia ansiosos por receber calculadoras solares como brindes e laptops, onde estava um dos máximos expoentes que se articulou com a nova bandeira (Altieri ex-bolsista UNC-CIAT (Rockefeller) no manejo de pragas no meio ambiente). Hoje o neologismo é espelho aos agronegócios criado à moda Skull & Bones pela mesma Revolução Verde (CFR- Rockefeller).

A pretensão de forças político-partidárias de apropriação do termo pode mostrar o porquê das doações citadas e muitas outras para transformá-la em seu patrimônio e DNA em função do estado de decomposição da agricultura à espera do Estado Híbrido do Século 21 (J. Esteinou Madrid), pois temos e sempre tivemos o ressurgimento desse neologismo como uma diretiva do Departamento de Estado para espelho aos agronegócios na matriz do Terceiro Milênio: BIOTECNOLOGIA e não estamos enganados, pois o mundo da Agricultura Orgânica é para a minoria rica e já está formatada como bem diz as entrelinhas do artigo (Leiamos: Nestlé, Coca-Cola, Hein Celestial.).

A UF de Viçosa foi criada por Arthur Bernardes em sua terra natal ou induzida e manipulada pelo Grupo Rockefeller para tal? A prova é a criação da Agroceres com as sementes recolhidas dos agricultores “emboabas” por seus professores?

Outro exemplo, na internet pode ser encontrado na tese de doutorado em História “Moendas Caladas, Açúcar Gaúcho S.A – AGASA um projeto popular silenciado”. Empresa pública criada em 1962 pelo Brizola. Não há na mesma uma palavra sobre o porquê todos os países do mundo a partir de 1960 passaram a cobiçar uma cota de açúcar fruto da exclusão da Cuba Revolucionária da OEA (até mesmo o Uruguai industrializou sua zona canavieira em Bella Union y Quaray). Novamente quem induziu quem manipulou? A situação não mudou: Através da lei estadual (RS) 6.497, em 20 de dezembro de 1972, iniciou-se oficialmente a história da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (congregando o Museu Rio-grandense de Ciências Naturais (1955), o Jardim Botânico (1958) e o Parque Zoológico (1962), mas com o enfoque e sob tutela da Secretaria da Agricultura, pois era esperado o impacto da Revolução Verde de matriz química e só a “ciência” poderia impedir a clarividência e controlar a revolta. Adianta adjetivar substantivos quando eles estão cem anos adiante?
Não temam qualquer “agroecologia” ou apelido da agricultura, desculpem o sarcasmo, mas Himmler era praticante de agricultura mística (com arado de ponta de ouro). Por ela Vavilov e Chayanov foram fuzilados e tinha muitos duendes e os mitos que Joseph Campbell disseca em “O poder do Mito”, que não o livrou, nem os nazistas, nem a nação alemã, das loucuras do III Reich e por outro lado nos permite entender o Conselheiro de Canudos e Padre Cícero. Por tal “Zapata vive y la lucha sigue y sigue”, a pesar de todos os flibustiers, bucaneers e oportunistas. O artigo é ótimo, um abre-olhos para os navegantes de águas turvas que saibam lê-lo. Não é possível desmontá-lo ou dissecá-lo, então o lemos de forma holística e fazemos a luta sabendo que a agricultura culpulli, ejidal, camponesa, familiar, gaúcha ou sertaneja são os grandes incômodos mercantis para a Food Industry (consultem a Wikipédia, e releiam com muita atenção e encaixem o que os vídeos de Silvio Tendler e os discursos vários, como o pinçado pelo autor estão propondo). Decifrem os enigmas.

Antes de a ordem despertar o inconsciente da formação, exposta no subtítulo é necessário comparar: A Agronomia, Viçosa e EMBRAPA estão para o Brasil como Agricultura Industrial, Zamorano e INIA está para as Repúblicas de Bananas (situada bem ao lado da base militar norte-americana Soto Cano e a Academia Militar hondurenha de Palmarola), pois isso nos remete ao plano do COUNCIL ON FOREIGN RELATIONS, “think thank” dos memorandos do State Departament, embora ambos escondam os verdadeiros donos do poder que perpassa a Fundação Rockefeller. Para quê então prurido e ingenuidades com definições de vaidade e poder? A exemplo da U. F. Viçosa, também a de Cruz das Almas foi criada, mais para atender as necessidades do fumo, maior arrecadador de impostos e por isso presente no escudo nacional. Contudo, não há o Centro Nacional de Pesquisas em Fumo e Tabaco na Embrapa, por quê? Um grande número de alienados falam sobre a cadeia de agronegócios da soja, do álcool, do fumo, da laranja, mas a quem pertence as mesmas financeira e economicamente? Ou melhor, dito “fazemos”, sem “saber”. Logo, mudamos quando eles mandarem…

A agricultura foi criada pelas saúvas há mais de 180 milhões de anos e recriada pelas mulheres há mais oito mil anos e as diatribes do capitalismo internacional agora os chama de seres vivos “ultrassociais” em situação não diferente da Campanha “PERMANENTE” contra os Agrotóxicos e PELA VIDA ou da Preservação das Sementes “CRIOULAS” e ainda transgênicos “NÃO ROTULADOS”. Será pela indução e manipulação da Fundação Rockefeller? Lembro a entrega do “Super-Magro” (Biofertilizantes) à TV e sua destruição por dinheiro, e a pantomima do “Território Livre de Transgênicos para eleger um deputado federal. Desnorteados os “movimentos” reconhecem a mensagem 40 anos depois (Agrotóxicos, Defesa Ambiental, Bacullovírus, Cooperativa Coolméia, Agricultura…). Desejam subordinar-nos à suas incompetências e inconsciência?

No dia mundial da Alimentação (2013) a World Food Prize premiou Monsanto e Syngenta, e lá estava a palavra “agro-ecology” no texto da premiação (pelo que recorremos a Himmler). Nesta semana a UFRGS outorgou o prêmio “honoris causa” para dois professores norte-americanos, que introduziram o modelo da TVA com o nome de “Operação Tatu”, embora ambos conhecessem o Premio Nobel Selman Waksman professor deles e seu livro “HÚMUS proibido de ser lido; Ou que o modelo que eles trouxeram tenha ceifado o sonho e liberdade de pensar de Arthur Primavesi, esposo de Ana Marie Primavesi na “Vaca Sagrada” de Santa Maria, sua obra “Biocenose do Solo” foi destruída por subversiva à Tennessee Valley Authority.

O sarcasmo que um reformista não perdoa é: Os reitores que entregam a láurea são extração democrática e popular. Em paralelo, o maior problema dos militares do cone sul está nas reservas de Potássio e Fósforo controladas pela Cargill, Bunge (CFR)… Lembramos do Bacullovírus, que chegou a se usar mais de 160 milhões de doses fazendo cair o consumo de agrotóxicos de 8 aplicações para meia na soja, mas Governo, ONGs, Vacas Sagradas, Emater e EMBRAPAS o aniquilaram. Haverá alguma relação às doações de cem mil dólares? Hoje os genes do Bacullovírus em biologia molecular são manipulados por Bayer, Syngenta e Dupont e o litro do mesmo custa acima de 600 reais das sociedades de saber para as sociedades de fazer… E um grupo pretende legislar sobre o uso de rocha moída, Biofertilizantes e munha de carvão…

Algo que não foi abordado é que os quadros mais conservadores das Emateres foram estudar agroecologia e se doutoraram, agora está transferindo a nova servidão para os jovens estudantes e futuro extensionistas praticarem o onanismo em uma “transição” aguardando os subsídios recolhidos entre a sabedoria popular, enquanto as corporações aguardam. Quem sabe faz a hora.

O que importa não é discutir o nome ou cor do gato, mas ensinar o bichano a caçar ratos (Flores Magón & Deng Xiao Ping), por isso, talvez na monumental Universidad Autónoma de Chapingo, onde nasceu parte da Revolução Mexicana há um curso de Engenharia em Agroecologia, onde o guia espiritual é Efraim Hernandez Xolocozti, não duvide, ali também a F. Rockfeller dá as cartas, mas há a trilogia de identidade, autenticidade e originalidade e o tempo é o senhor da razão.

O humilde extensionista da EBDA de Ibotirama/BA recebeu mais agulhadas que o infeliz menino daquela cidade, mas é vítima do “saber periférico” (falso saber) enquanto a criança o é das “ignorâncias” (das elites no poder e oposição) cultivada há quinhentos anos, como tal e ambos estão na mesma situação sem conhecer os responsáveis, os próceres induzidos e manipulados do Estado Híbrido do Século XXI, sem ter um professor que abordasse o Eoanthropus dawsoni; Que não há Centro Nacional de Pesquisas sobre Fumo na Embrapa, nem a extensão oficial pode atender os fumicultores (Pior que a independência dos EUA deveu-se ao controle no plantio de fumo pela coroa britânica, que impedia de livre compra de escravos africanos, foto); Ou que o Movimento Agroecológico Latino Americano – MAELA no dia 6 de outubro de 2006 laureou com a Medalha de Honra “Dra. Anna Marie Primavesi” a introdutora do “leite” de soja para alimentar as crianças nicaraguenses, quando o maior produto agrícola daquele país é o gergelim que produz o melhor “leite” infantil depois do materno, mas não é usado por que a ONG é sustentada pela AiDA (CFR – Fundação Rockfeller).

Lúcido e experto o Emiliano Zapata Salazar: – Governo só tem a prioridade de servir o poder (financeiro). Nós brasileiros já cantamos: Apesar de você(s), amanhã será outro dia.., quando a Agricultura com ou sem “gurcas”, apelidos estará acima dos oportunismos, sedições, vaidades tecnológicas ou humanas respeitando plenamente o agricultor e sociedade. Descobrir “o cego dormindo e o rengo sentado” é importante, mas manter o Eremildo à distância, primordial.

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